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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O MEU PRESENTE PARA MICHAEL


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Noite de Natal de 2009.
Queria dar um presente a Michael ... pensava ... pensava ... de repente lembrei-me que podia transformar-me em fada sempre que queria. Vesti um lindo vestido de cor azul celeste, feito dum pano leve que esvoaçava. Na mão direira uma varinha reluzia.
E fui para a floresta à procura da infância de Michael.
Depressa ... depressa ... murmurava. Preciso de achar a infância daquele menino. Não ... não está aqui ... mais umas árvores ... ali ... talvez ali ... e a varinha também não encontra... corro, rodopiando numa correria apressada de volta de todas as árvores ... subo a algumas não vá ter uma infância-se escondida num galho mais alto ... desço a grutas ... e não encontro ... estou a ficar triste ... estranho... mas afinal eu sou uma fada!
Vou continuar. O sol está a começar pôr-se. Tenho de me apressar. Vá varinha ajuda-me. É só uma infância que deve estar junto à minha.
De repente vindo lá do fundo da floresta, oiço um som como se fosse alguém a chorar. Corro, o meu vestido prende-se numa árvore, dou alguns passos atrás... ohhhh .... rasgou-se, mas não faz mal, tenho de correr em direcção àquele som de choro que me parece ser de infância.
Aproximo-me devagar ...
É MESMO! SÃO AS NOSSAS Infâncias!
A minha de imediato pulou para dentro do meu coração. A de Michael olhou-me e perguntou:
- És uma fada?
- Sim sou, vim procurar a infância de Michael, disse-lhe quase como quem pergunta.
Cansada de esperar ergueu-se, enroscou-se na saia rasgada do meu vestido e disse:
- Sou eu. Leva-me até ele, podes? SOU ENORME, Mas caibo em qualquer lugar e adapto-me a qualquer forma.
Peguei nela que ficou do tamanho da palma da minha mão. Aconcheguei-a bem junto ao coração e comecei a fazer o caminho de regresso, já quase às escuras e apenas iluminada pelas estrelinhas reluzentes da minha varinha e pelas do céu. Caminhava atormentada por não saber como levá-la até Michael. Não sabia onde encontrá-lo.
De repente, lá ao fundo, sob o céu estrelado, alguém que envergava roupagens verdes, voava em direcção a nós.
Aproximou-se. Meu Deus, é o Peter Pan!
- Peter Pan que bom teres aparecido. Encontrei a infância daquele menino, do Michael, sabes quem é?
- Sim sei, voo muitas vezes até ele para brincarmos. Ele está na Terra do Nunca. Se quiseres levo-te lá.
- Sim, pedi eu, leva-me, quero entregar-lhe a infância dele. Mas leva-me primeiro a casa. Quero parecer mais bonita, afinal nunca estive tão perto duma alma tão bela.
Então Peter Pan agarrou-me pela mão, em minha casa enverguei um velho casaco de pele sintética, compuis os cabelos e saí voando pela janela de mão dada com Peter Pan. Voámos por cima de outras florestas, de casa pobres e castelos, cidadess e vilas, entrávamos e saíamos das nuvens ... e de repente um começámos a descer em direcção a uma casa toda enfeitada de luzinhas de Natal. Entrámos, atravessámos uma sala e à medida que caminhávamos ouvia-se mais nitidamente uma música muito serena a que se juntava o cantarolar sereno de Michael.
Na sala a seguir, lá estava Michael sentado no chão ao lado duma árvore de Natal enfeitada de Peter Pans e Sininhos e outros símbolos dessa sua infância perdida. Ali estava Michael, já homem, mas ainda com olhos e sorriso de menino. As minhas pernas tremiam de emoção.
Michael olhou para Peter Pan e perguntou:
- Mas vens com uma fada? Que ela quer de mim?
- Nada Michael. Ela encontrou a tua infância e veio trazer-ta.
Michael levantou-se surpreso, rodou sobre os calcanhares, olhou-me nos olhos, sorriu, abraçou-me e ao ouvido, ouvi dizer um anjo: "I LOVE YOU", a seguir afastou-se e de olhos postos nos meus, estendeu as mãos de dedos compridos para receber a sua infância perdida há tanto tempo. Tirei-a do coração, entreguei-lha, ele fez uma vénia de agradecimento que também parecia ser de despedida, como se quisesse agora ficar a sós com ela.
Mas desde que tinha chegado ali, mais perto dele sentia mais paz do que uma fada pode sentir, e disse-lhe:
- Eu nunca te julguei, sempre acreditei em ti, segui-te uma vida inteira e toda a vida te amei. Se me deixares ficar perto de ti irei sentir-me mais transparente, ensinas-me melhor tudo acerca do AMOR e contarás para sempre com a minha varinha para te ajudar na SALVAÇÃO DO PLANETA.
Michael deixou cair uma lágrima, mas logo a seguir sorriu. Um sorriso como eu nunca tinha visto, duma serenidade que chegava a tocar-me, um sorriso de AMOR. Tudo ao seu redor parecia respirar paz, como se ele encarnasse o póprio AMOR.
- Também te quero aqui porque não me julgaste, porque confiaste em mim e porque soubeste aprender a AMAR. Ficas aqui, junto comigo e com a infância que eu julgava perdida para sempre.
Hoje vivo lá junto com ele, por vezes ele sai para ir ajudar a HUMANIDADE, fazemos projectos sobre o amor e o PLANETA, falamos sobre histórias de crianças, conversamos sobre as coisas dos adultos, passeamos, olhamos as árvores e os animais e por vezes Peter Pan leva-me a olhar tudo lá do alto, volto e conto a Michael tudo o que vi no Planeta nessas minhas "viagens" com Peter Pan.
EU VOU, MAS EU VOLTO SEMPRE, porque...
... afinal quem recebeu o grande presente foi a fada, quem recebeu o grande presente fui eu que viverei para sempre ao lado de Michael, que viverei para sempre ao lado do AMOR.
I LOVE YOU MORE

1 comentário:

  1. Essa foi uma grande historia e deve ter sido com certeza um grande presente para o Michael, eu simplesmente viajei na tua historia Heal que lindo, adorei e me arrepiei simplesmente lindo parabéns Heal. God bless you
    kiss
    I love you

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